domingo, 5 de outubro de 2008

A PÁTRIA DE CHUTEIRAS



O Brasil mesmo não sendo o inventor do futebol
posto condecorado a Inglaterra, é considerado o
país desse esporte por excelência. Entretanto, no
campo da beleza, a chuteira nunca deu sorte as
Misses Brasil nos certames internacionais quando
usaram o traje típico homenageando a nossa seleção.
A primeira que levou o uniforme da seleção para
mostrar na passarela de Miami Beach foi Eliane
Thompson em 70. Em 74, Sandra Guimarães teve a mesma
idéia e nem sequer ficou entre as semifinalistas.
Valquíria Melnik Blicharski, Miss Brasil Mundo em 94
não sacou que o uniforme não dá sorte e amargou outra
desclassificação no Miss Mundo. Definitivamente a Miss
Brasil não é bem vista com o uniforme da seleção mil
vezes melhor com a indumentária de baiana!
Boa sorte a todos nesta eleição para Prefeitos e Vereadores
no nosso Brasil. Abraços
PS: Agradeço a correção do meu engano ao amigo JQ, ao
citar a Miss Brasil Universo 94, Valéria Peris em vez da
Miss Brasil Mundo 94. Muito obrigado e participe mais!

3 comentários:

JQ disse...

Caro Evandro, a terceira da imagem não é a Valéria Péris, mas Valquíria Blicharsk no concurso Miss Mundo. Abraços!

MÁRCIO LANDIN disse...

Trajes típicos são tradicionalmente reconhecidos em todo o mundo. Inovar é uma decisão importante, sábia e feliz se for feita não apenas com critividade, mas como valores significativos de seus povos e com acbamento final. O resultado está na maioria dos trajes ganhadores ao longo desse tipo de concurso. Nas Escolas de Samba os valores culturais brasileros se permitem ver pela exuberância das formas criativas. Mas não estamos num carnaval, porém seguindo requesitos de outro concurso. Seja o País do Futebol, da Fórmula 1 ou do Basquete, até da Marinha Mercante. Os valores daqueles trajes identificam uma nação e a essência de seus povos. No Brasil a diversidade desses trajes é tão rica que apresentar Misses Brasil de diferentes estados, seria uma palavra de ordem para divulgar a diversidade de nossa cultura. NO final a graça da miss e o acabamento do traje podem colcoar um ponto a mais naquele requisito aparentemente simples e até retrógrado para alguns que não estão afinados com Sociologia.
Os valores permanecem como as cores de suas bandeiras e a conquista daqueles prêmios.

Anônimo disse...

Parabéns Marcio Landim! Também concordo contigo: deve-se variar nos trajes, já que o Brasil é tão rico em cultura. ao menos a Miss leve seu traje regional...Das 3 acima, só em 70 se caprichou no 'uniforme'. Aliás, foi uma inovação e tanta!Tinha que acontecer com Eliane, com tudo o que vivenciou, quebrou a monotonia dos trajes. Na época, até achei fraco, não revelador de cultura, mas, hoje, compreendo bem a importância do futebol,e da Escola de Samba,e da consistência do Miss Brasil como expressão da cultura e história de nosso país. História até particular de cada Miss, como foi o caso de Miss Brasil 1970. Acho que o traje típico tem que contar ponto, justamente por isso tudo e no acabamento em que se dá ao traje, não importa a simplicidade, mas a expressão e bom gosto. Abraços, JA

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