terça-feira, 13 de março de 2012

A ETERNA IEDA MARIA VARGAS




A eterna Ieda Maria Vargas

Roberto Brenol Andrade


Gary Grant e Deborah Kerr prometeram, no filme Tarde demais para esquecer, se reencontrar no ponto mais alto de Nova Iorque, então, o Empire State Building. Um vai ao encontro, o outro, não. Mas era tarde demais para esquecer aquele romance na cidade que é o símbolo da aventura, da fama e do dinheiro. O mesmo encontro foi marcado entre uma madrinha e seus afilhados. Muitos, cerca de 400, mas todos guardando na lembrança aquele rosto de menina linda, suave e que se tornaria, sucessivamente, Miss Porto Alegre, Miss Rio Grande do Sul, Miss Brasil e Miss Universo.

Era emocionante para os corações ardentes de jovens gaúchos no início do fim dos anos dourados. Organizar o encontro foi uma tarefa difícil. Afinal, 47 anos decorreram desde que, no portão central do cais de Porto Alegre, o navio de transporte de tropas da Marinha do Brasil Ary Parreiras estava embarcando os quase 400 militares do 13º Contingente do Batalhão Suez rumo à Faixa de Gaza, no Oriente Médio. Era uma manhã fria de julho de 1963. Entre autoridades lá estava a bela e juvenil Ieda Maria Vargas, eleita, pouco antes, Miss Brasil, depois de escolhida Miss Porto Alegre e Miss Brasil. Iria para os Estados Unidos e, lá, sairia Miss Universo, em 20 de julho de 1963. Nascida em Porto Alegre em 31 de dezembro de 1944, Ieda Maria Vargas pertence à geração ainda dos anos dourados e em que o concurso era supervalorizado.

Ieda foi a segunda brasileira a se tornar Miss Universo. A primeira foi a gaúcha Yolanda Pereira, em 1930, na primeira fase do concurso, que foi de 1926 a 1935, quando era chamado Desfile Internacional de Beleza. A terceira Miss Universo brasileira foi a baiana Martha Vasconcellos, eleita em 1968. Ieda foi escolhida em Miami Beach, na Flórida, recebendo a coroa e a faixa da Miss Universo 1962 de Norma Nolan, da Argentina. Em 1964 transmitiu o título para a grega Corinna Tsopei. Casou-se em 1968 com José Carlos Athanasio, já falecido, com quem teve dois filhos.

Beleza intacta

Ieda Maria Vargas mantém seus traços de beleza que tanto impressionaram porto-alegrenses, gaúchos, brasileiros e os jurados. Em algumas fotos da época, Ieda, sem qualquer maquiagem, aparece radiante, adolescente, suave, simples mas muito, muito bonita mesmo. Uma ex-colega do colégio Vera Cruz, na Capital, um pouco mais moça, lembra que as outras meninas olhavam para aquela que seria depois Miss Universo e afirmavam: “como ela é linda”. Na festa do dia 5 de novembro de 2010 ela chegou vestida elegantemente, como se espera de uma eterna miss, mas sem arroubos da moda. Escoltada pelo casal Silvio Fuhrmann, ocupou uma mesa e conversou assuntos triviais. Mas, aos poucos, os “afilhados” começaram a perder a timidez e pediram fotos, apresentaram as esposas. Uns, mais afoitos, diziam que queriam o beijo que almejavam há 47 anos. Simpática, atendeu a todos, distribuiu sorrisos e beijos nas faces. Estava feliz. Afinal, se recordar é viver, ele deliciou-se com tanto carinho. Depois, um cordão de ex-pracinhas, garbosos em seus uniformes da associação, e esposas deram, casal por casal, uma rosa para Ieda. As lágrimas brotaram nos olhos brilhantes da miss. A noite estava completa. A “dinda” e os afilhados se reencontraram após 47 anos. Música, muita música encerrou um dia em que canções de Paul McCartney e John Lennon embalaram os sonhos revividos.

Emoção

Os oficiais, sargentos, cabos e soldados a bordo do Ary Parreiras tiveram a boa nova em alto-mar: Ieda era a nova Miss Universo. Alegria, palmas, muitas conversas. Afinal, eram quase todos jovens rapazes e que sabiam que a madrinha do 13º Contingente do Batalhão Suez era a mulher mais bela da Terra. Fantasias, sonhos, por que não encontrá-la? Foi uma viagem de 30 dias em que o assunto dominante era a bela Ieda Maria Vargas, que se tornou a “namoradinha” de todos. Naqueles anos, tudo era permitido pensar, mas pouco fazer, a repressão moral imperava. Não havia chegado a era do “é probido proibir”. Nem os Beatles, nem a revolta nas ruas de Paris, nem a pílula anticoncepcional, nem a Guerra do Vietnã, e a televisão recém-começava a invadir os lares, criando a folclórica figura dos “televizinhos”, gente que via os programas, que começavam só a partir das 18h, na casa dos moradores do apartamento ao lado.

Missão

A missão na Faixa de Gaza foi de julho de 1963 até o retorno a Porto Alegre em outubro de 1964, quando os soldados foram, em novembro, liberados no 18º Regimento de Infantaria (18º RI), hoje área da Pucrs. A dispersão e o rumo na vida afastou, naturalmente, quase todos. Profissões, casamentos, filhos e desencontros, até que, em 1984, foi criada a Associação dos Integrantes do Batalhão Suez. O contingente gaúcho teve divulgação na época, cobertura integral com uma novidade: o correspondente, ao contrário do tradicional - Glênio Peres, pelo Diário de Notícias, ficou um mês com os pracinhas do 5º Contingente -, era também um pracinha, o cabo 8072, não por acaso autor desse texto. Por isso, narrou para os jornais e as rádios da Caldas Júnior dos anos de 1960 não o que os outros faziam, mas a missão que ele mesmo executava, em patrulhas, postos de observação, passeios, problemas, alegrias e tristeza na imensidão do deserto do Sinai, separando egípcios e israelenses, a serviço da ONU.

A busca

Unidos pelas lembranças comuns, os ex-pracinhas promoviam reuniões periódicas. No jantar de 2010, a vontade de reencontrar a “dinda” Ieda aflorou na mente da diretoria da Associação. Mas como encontrá-la e homenageá-la? Um jantar-baile no clube Geraldo Santana, um sargento da heroica Força Expedicionária Brasileira (FEB-II Guerra Mundial) foi marcado. E Ieda Maria Vargas? A missão - quase uma ordem militar - de encontrá-la e convidá-la ficou com o hoje corretor de imóveis em Gramado, Silvio Fuhrmann, o soldado 8339 da 8ª companhia do Batalhão Suez, que ainda tinha a 7ª, a 9ª e a Companhia de Comando e Serviços (CCS). Fuhrmann se superou até o dia da festa. Depois, alegou, arfando, que a missão fora “comprida mas bem cumprida”, dentro dos melhores preceitos militares que não esquecera.
Fonte: http://jornaldocomercio.provisorio.ws/site/noticia.php?codn=47134

16 comentários:

Anônimo disse...

...O que dizer de uma homenagem como esta? Lembro-me que minha mãe correu a me avisar que a miss Brasil havia ganho nos estados unidos o título de miss Universo...eu, aos dez anos imaginava tais imagens que a tUPI prometia oferecer aos telespectadores...Marcou uma data, não levou ao ar as imagens...a expectativa era terrível, mas, finalmente pudemos apreciar Ieda belíssima em seu traje de gaúcho discursar sobre o fato de não estar de "baiana" e sim de uma espécie de vaqueiro...A voz de Ieda ajudou muito a sua vitória,encorpada e sex, permitiu à brasileira trazer o título tão almejado desde Marta Rocha...Maravilhosa lembrança. Valeu Evan! Hilton.

Petit disse...

Achei este texto muito chato,poderia ser resumido. A intenção é ótima,Yeda merece coisa bem melhor. Abraços.Petit..

Francisco Portella disse...

Uma bela homenagem para Yeda Vargas. Foi uma linda Miss Universo.Elevou o nome do R G do SUL ao mais alto do podium.O Brasil enfim conhecia sua segunda miss Universo (Yolanda Pereira, outra gaúcha foi a primeira).Concordo quando o Petit pede a "condensação" do texto. Sem desmerecer o rapaz que o fez, mas fica meio maçante.Quanto ao concurso Miss Brasil 2012,ninguém sabe ninguém viu.Quando será? As candidatas já escolhidas até agora não me encheram os olhos.Vamos aguardar e torcer que a eleita realmente seja a melhor. Abraços.Francisco Portella (Teresina - Piaui).

João Herculano de Oliveira disse...

Parabens Evandro !
Quase fico sem folego com essa maravilha escrita por voce. Uma verdadeira aula de Historia... lindo!
A Ieda Maria Vargas merece esta belíssima homenagem - acredito que enquanto os concurso de beleza no Brasil forem envolvido em corrupção (como estão sendo) nós não teremos a alegria de ver uma Miss Universo Brasileira.
Hoje (15.03.2012) é o dia da escolha da Miss Universo Pará 2012 vamos torcer para ser um concurso limpo e que do Norte do Brasil venha uma bela miss... esperamos por outra Celice Marques Pinto.
Abraços
JOÃO HERCULANO

EVANDRO SILVA disse...

Caríssimo João Herculano,
O texto desta postagem não é meu, apenas publiquei aqui no nosso Blog na íntegra. Abraços

Anônimo disse...

No caso de referências a Ieda e a Martha Vasconcellos são ao meu ver um mérito das mesmas que VENCERAM o Miss Universo. Foi uma outra época, um outro tempo. No caso da homenageada Ieda foi para mim um exemplo de dignidade, postura e elegância. Uma voz empostada grave, um bom perfil e altamente bem preparada para assumir o papel de Miss Brasil e Universo. Nota-se pelo traje, pelas entrevistas, pela elegância dela em todos os momentos, e mesmo mais veterana é guardiã dessa conquita para nós brasileiros. Não se percebia ali se apeas era mais uma gaúcha, mas uma mulher brasileira de classe onde calsse e ética falavam mais alto que outros pré-requesitos que vemos hoje. Falta muito para aprendermos os valores que nos legaram essas duas mulheres para o resto do Brasil.
Mães de família, esposas, cidadãs coerentes, modelos, representantes da beleza. Nota 10 para ambas.
MARCIO LANDIN

José Amandio Pereira disse...

Yeda Vargas e meu imaginário de criança.Acho-a muito bonita e merece todos os louros.Li uma vez uma matéria de uma revista de época ( não me lembro se foi Cruzeiro,Manchete,Fatos e Foto,etc) sobre o que teria acontecido naquela noite nos EEUU.Falou-se por exemplo, que Edilson Varela brasileiro membro do júri fez a maior campanha entre o restante da comissão julgadora,)para que a bela gaúcha ganhasse o concurso.Se fosse eu, também o faria. É público e notório os resultados arranjados nos USA, de agradar países para favorecer a "diplomacia" americana.Isto ninguém pode negar.O público de brasileiros no Auditório era imenso, tem revistas que mostram estudantes brasileiros no dia do concurso. Como sabemos, o meu, o seu, o nosso povo é barulhento e folclórico.Na mesma matéria falou-se também que um artista (comediante) amaericano,acho que o Bob Hope começou a brincar com os jurados: Voto em quem?Voto em quem? Foi ai que o Edilson Varela entrou no clima e com muita malandragem falou para todos na reunião para decisão: Miss Brasil,Miss Brasil.Vcs hão de convir que no meio de mais de oitenta mulheres bonitas, pelo menos umas vinte têm condições de serem eleitas a mulher mais bela do Mundo.Quero que fique bem claro que não estou contestando nada, muito antes pelo contrário, sou estou relatando o que li ainda bem jovem em l963.Falou-se tbém que os EEUU já estavam de olho no Brasil para ajudar o Golpe militar ee l964.Isso também não surpreende ninguém, os Estados Unidos são mestre nesse tipo de "negócio".Portanto quero aqui só dar meu depoimento sem desmerecer jamais a vitória da nossa conterrânea no ano de l963,o último ano dos anos dourados.Abraços José Amandio Pereira. P.S. alguém pode me esclarecer a veracidade do meu comentário. Surgiu algum boato na época a respeito disso.Esclarecam-me.

J. Botafogo. disse...

José Amândio, eu sei, conforme as revistas da época, é que Peter Sellers estava no júri, houve um empate, e ele se decidiu por Iêda Vargas, mas o próprio Evandro tem competência suficiente para esclarecer este caso.

Maria Pia disse...

Me lembro desse babado sim. Acho que foi no próprio Cruzeiro e o texto de Indalécio Wanderley ( se não me engano, se estou errado me corrigam) fotos de Darcy Trigo e correu esse buxixo sim, de Edilson, do Hope e de alguns membros do júri. Acredito que ela era a mais bonita principalmente pela voz aveludada e um rosto de boneca de olhos esverdeados.Hoje ainda é uma senhora bonita.Se formos atrás de boatos e babados estamos fritos.O certo é que sempre haverá contra e a favor nos concursos de Misses.Acho só que a homenagem a Yeda deveria conter mais fotos e mais bonitas.No mais, um final de semana para todos.Maria Pia.

Anônimo disse...

...é, o comentário do nosso colega aí de cima tem sim fundamento...Diziam coisas malucas à época, vejam bem, nenhuma dessas coisas puderam ser levadas a sério ou comprovadas, houve, inclusive um boato ligado ao cetro de Ieda, prefiro não entrar em detalhes, comentava-se que Ieda estava a bordo de um avião que caiu na selva da Bolívia, etc...Em 1968, ano de chumbo no Brasil, com acontecimentos políticos de rara violência, disseram, após a vitória de Martha Vasconcelos, que teria sido uma manobra pra levar o povo brasileiro a prestar atenção em outras coisas que não fossem os tenebrosos episódios então acontecidos... Mais tarde a Seleção brasileira de futebol ganhando a Copa de 70,padeceu do mesmo patrulhamento,...Boatos, fatos reais, história...Pra nós fica a alegria de ver que passou, que acabou, que hoje são são lembranças...Ieda e Martha eram moças lindíssimas, inteligentes e muito jovens, talvez, como eu não tenham nem tomado consciência daqueles fatos( a imprensa era calada e amordaçada) ninguém sabia na verdade o que se passava no Brasil... e tais coisas em nada desmerece a vitória da gaúcha ou da baiana...Uma revista da época( O Cruzeiro, Manchete...) que está na Biblioteca Nacional(Rio), não sei qual, afirmava que Martha sabia que iria vencer, mas, se assustou assim mesmo qdo recebeu, no palco, a confirmação... Porém, acho que ela teria que ser muito atriz pra ter fingido a reação que teve naquele momento...Político ou não tanto uma qto a outra tinham qualidades de sobra pra ostentarem o título que fizeram delas verdadeiros ícones nacionais...Hilton.

wagner meloni disse...

Ola Evandro estou sem entender pois mais duas misses foram eleitas e vc não comentou nada?
um grande abraço.

Petit disse...

Onde há fumaça há fogo. O concurso de Miss Universo é de fato um concurso político e algumas misses não mereciam o título. Como brasileiro puxo brasa para a minha sardinha.Em l969 elegeram uma mulher horrorosa, a própria Vera Fischer era muito mais bonita do que ela e tantas outras eram mais bonitas.Como o julgamento é subjetivo, não é matemático existirão dúvidas sempre. Já tinha ouvido falar nos "babados" tanto na eleição de Yeda como no de Marta Vasconcellos.E as marmeladas continuarão. Petit

Vera Lúcia disse...

Querido amigo Evandro lindo texto sobre Ieda Maria Vargas, merecedora de todos os títulos que ela ganhou (foram 5 no total) e das homenagens pois sem dúvida abrilhantou e muito o nosso país no exterior. Tenho que concordar com João Herculano, quando ainda houver falcatruas nos concursos de miss, o sonho de vermos uma Miss Brasil sendo coroada Miss Universo ficará adiado.
Abraços a todos e ótimo domingo.

Anônimo disse...

Evandro, sempre Mestre em movmentar seu blogger e nos trazer assuntos polêmicos. Ao analisar as mises do Brasil, considero acrescentar aos comentários já ditos a teoria de divulgar a marca Miss Universo pelos continentes que justificam a eleição de Glória em 1969 na inauguração das questões fatais que desprezaram a beleza por respostas bem concisas. Foram os estados Unidos quem criou este concurso e o expandiu para o Mundo desde a primeira versão que veio para o Rio e a partir de 1952siau do umbigo de Mimi Beach e Long Beach para outras praias. A mais bela nem sempre venceu os concursos e muitas vezes nem entrou no TOP15. Ressurgido no pós-guerra, O MU veio acoplado de uma empesa que patrocinava os maiôs catalina e a UNIVERSAL, porque era um evento caro reunir tantas mulheres de diversos países num mesmo lugar e foi se expandindo de tal maneira que até o número de partcipantes cresceu bastante e se precisava agraciar os maiores patrocinadores, Porto Rico e Venezuela ou Japão aprenderam a lição e outros ficaram analfabetos. É assim em qualquer concurso como é na Fórmula 1 por exemplo, mandam os que podem. E nem sempre os resultados e os vencedores agradam a platéia que assiste. Concurso após concurso e o Miss Universo aclcançou marcas a ponto de rivalzar com a Copa do Mundo de Futebol, como foi dito em vídeo da Globo em JÕ Soares de Roberto Macedo.
O Brasil de mulheres lindas tem dificuldade em escolher a mais bela ou atualmente de eleger a mais bela em detrimento da PATROCINADA e retocada. Antes o perfil modelo não era bem visto e hoje a coisa mudou muito. Akiko fez plástica em 1959 que desafiou as atuais mas não foi deposta. E olha que admiro as orientais, mas tinha gente mais bela que ela em tdo o 1959. Adalgiza pasou óleo nas pernas e pisou firme para vencer o Miss Brasil 1958. Mas nem seus arroubos, nem o vestido importado dela e nem os seus lábios ou pernas brilhosas consequiram dobrar os jurados. Nem Vera Couto consguiu vencer quando era infinitamente bela para um país escravagista em 1964. Que dizer das vaias que o Maracananziho presenciou ao longo da história e ano passado em 2011? Ou do nariz de palhaço? Ou que falar da jurada que tirou o título da Miss Bahia em 1988 e não lhe deu oportunidade de ir até um concurso internacional? E das outras que foram lindas, mas ficarm de fora do TOP 15 ou cinco do Miss Universo?

Ieda e Martha par mim são heroínas nesse processo e lindas como foi também a antecessora delas em 1930 Yolanda Pereira. Queria eu que outras vencessem mas venceram Yakiko e outras por aí que posam de belas fotos no Miss Universo num tempo que não existia fotoshop.
Mas me orgulho em dizer que belas eram as brasileiras eleitas e a não eleita MARTHA ROCHA, da Bahia. Beleza por beleza somente em escola grega não em Miss Universo que expandiu sua marca e a vende para a TV e o mundo e o resto é papo furado.

MARCIO LANDIN

Roseclair da Barra Funda disse...

Tantos são os motivos que justificam ou justificaram a não eleição de Marta Rocha no concurso de Miss Universo em l954.Acredito sim numa eleição politica nesse concurso,vemos pela TV mulheres lindas de rosto e de corpo e nem se classificam entre as quinze.Yeda e Marta Vasconcelos foram sortudas,mesmo sendo bonitas e carismáticas.Mas qualquer outra poderia ter sido eleita no lugar delas e seriam mais duas misses do Brasil a não lograrem êxito nos EEUU.Portanto caiamos na real,pois o critério de julgamento nos States tem um cunho politico forte.Os americanos gostariam de ter uma participação considerada no petróleo do Hugo Chavez e ficaram elegendo Misses Venezuela a torto e direito.Ano passado a eleição de Miss RG do Sul foi política.Existe corrupção sim e deixemos de ser bonzinhos e acharmos que Marta e Yeda foram eleitas por terem belos olhos. Me poupem né?Roseclair da Barra Funda

Anônimo disse...

Emocionante,o texto!Ieda,como já comentei:venceu na apresentação!Nenhuma candidata,até hoje,se fez rainha antes do concurso.A dinamarquesa é linda,mas tem a cabeça um pouco grande.As latinas já venciam na década 50,o que acontece hoje...Martha Vasconcellos estava deslumbrante;nem precisou falar...Das Misses coroadas no panteão,qual a mais bonita?Concordo com Rosiclair,em parte:política e 'bondade" ...Mas,nossa MU62 e 68 mereceram.A MU30,de fato,tinha outras concorretnes mais bonitas,mas,não deu para ver fotos de maiô...Uma madrinha MB/MU na época em que os concursos eram valorizados,não é para qualquer um.Bem, voltando ao MB12,estou na torcida por Miss CE,depois que revi o vídeo-reportagem.Fala muito bem,é simpática,tem classe e é bonita;mas vai ter que enfrentar candidatas lindas que virão por aí:PR,SC,Isabel Correa,Limeira,DF e ,possivelmente ,PE.Japão.

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